Cecília Resende.

Auditório Casa-Memória de Camões.

Público-Alvo: Alunos da Escola Secundária Amato Lusitano.

6 Junho, 14h30.

Ana Maria Dias e Máximo Ferreira.

Escola Secundária Amato Lusitano, Castelo Branco.

Público-Alvo: Alunos da Escola Secundária Amato Lusitano.

22 Abril, 09h30.

A partir do equador, os pilotos utilizavam o Cruzeiro do Sul para localizar o polo celeste sul e, com ele, determinar a latitude em que navegavam: "Já descoberto tínhamos diante/Lá no novo Hemisfério, nova estrela …" (V,14).

A 22 de Novembro a frota dobra o Cabo da Boa Esperança e, a partir daí, navegando para norte, o céu era já conhecido, permitindo a navegação até Melinde e daí até à India.

No regresso à Pátria, Vénus e as ninfas colocam na rota das naus uma ilha magnífica, com ambientes que, segundo Camões, constituiriam a recompensa pelo esforço que havia permitido vencer as dificuldades de uma viagem que se traduzia em honra e glória para Portugal. Ali, na Ilha dos Amores, a deusa Tétis mostra a Vasco da Gama a Grande Máquina do Mundo, uma lição de Astronomia, segundo o conceito geocêntrico: "Olha, por outras partes, a pintura/Que as Estrelas fulgentes vão fazendo: …" (X,88); "Debaxo deste grande Firmamento/Vês o céu de Saturno, Deus antigo;/…" (X,89).

Vitor Serrão.

Auditório Casa-Memória de Camões.

Público-Alvo: Público Geral.

8 Junho, 11h00.

Ocupando um dos pisos da Casa-Memória de Camões, a exposição é composta por 10 pinturas, de Norberto Nunes, com cores fortes e motivos alusivos cada um dos cantos de Os Lusíadas. Na parede em frente, alinham-se 10 guitarras Portuguesas igualmente decoradas com pormenores de cada canto; no centro da sala, as peças de um jogo de xadrez sugerem detalhes das culturas Indiana e Portuguesa.

Seguem-se esculturas e pinturas alusivas a Camões, a Vasco da Gama e a episódios da descrição poética da primeira viagem Portuguesa à Índia.  

Em exibição até 14 de Junho.        

52 espécies (flores, plantas e árvores) citadas nos versos de Camões em Os Lusíadas e na Lírica, dispostas em canteiros concebidos pelo Arquitecto Paisagista Gonçalo Ribeiro Telles. Junto a cada exemplar, uma placa exibe a designação do elemento bem como um excerto, em verso, da citação do Poeta.

Do Jardim-Horto faz também parte uma peça escultórica (alusiva à Ilha dos Amores), e o "monumento a Camões", ambos da autoria do escultor Lagoa Henriques.